Nossos Valores

Ética Ubuntu
A base
A noção de Ubuntu, não à toa, vem do sul global. É a palavra em Zulu utilizada pelos Bantu, na África
Subsaariana, para definir a humanidade a partir da premissa da interconexão: “eu sou porque nós somos”. É um olhar sobre a existência humana oposta a noções eurocêntricas positivistas, que se pautam pela categorização, separação e hierarquização dos povos.
Quando se fala em gerar impacto ou transformação, a Pulso é Ubuntu: para nós, não há separação clara entre trabalho, cultura, identidade, meio-ambiente: são todos direitos humanos. Portanto, buscamos um
horizonte interseccional entre alguns princípios básicos: 1) proteção ambiental, 2) garantia de direitos
trabalhistas, e 3) proteção e representação de populações, identidades e culturas em vulnerabilidade.
A ética Ubuntu para todos os nossos desdobramentos e processos - dos clientes aos trabalhos desenvolvidos à escolha de fornecedores e parceiros ao consumo de recursos, bens e serviços.
Juntes na encruzilhada
As relações
Abraçamos diferentes causas, identidades, comunidades e histórias de vida. Isso faz com que a
PULSO habite um "entroncamento" entre diversas trajetórias - ou encruzilhada, assumindo aqui
inspiração na filósofa Leda Maria Martins. A lente da interseccionalidade é a norteadora da nossa visão de mundo e das nossas relações. Acreditamos que não existe separação clara entre experiências sociais, culturais ambientais, raciais, de gênero, classe, sexualidade, lugar de origem, entre outros marcadores.
É a partir do entrelaçamento e da pluralidade de experiências que potencialmente se criam relações com mais escuta, aprendizado, parceria, co-criação e auto-conhecimento. Por fim, a pluralidade multiplica o campo criativo de referências, perspectivas e possibilidades para solucionar um problema.
Tradução criativa
A estratégia
Por ser uma agência de comunicação integrada, nossa rede abrange universos muitas vezes vistos em uma matriz dualista: imprensa tradicional ou conteúdo, jornalismo ou marketing digital, individual ou coletivo, ativismo de rua ou institucional, criação ou produção, desenvolvimento econômico ou proteção ambiental, inovação ou segurança, entre muitos outros. Para navegar com precisão entre esses diferentes mundos e questionar esses binarismos, para trocar o OU pelo E, entendemos que é preciso construir pontes: falar muito bem as diferentes “línguas” e atuar como tradutores criativos de um contexto para o outro, promovendo encontros, diálogos e conexões para projetos com frentes estratégicas múltiplas.
Pulsão de vida
A força motriz
Antes de comunicadores, somos ativistas - no sentido de que nos apaixonamos pela comunicação para expressar nossos sonhos e pautá-los no debate público. A nossa vontade de lutar vem de uma pulsão de vida: essa energia humana que se move em direção à satisfação, à celebração da existência, à inovação, ao desejo, à alegria e ao amor. Existimos em oposição à pulsão de morte, que caminha na direção do ódio, da violência e da destruição - seja de si ou do outro.
Excelência
A entrega
Na batalha narrativa com as forças conservadoras, comunicadores progressistas já começam em desigualdade: do outro lado, há acúmulo de poder e dinheiro. Nossa entrega precisa ser três, quatro, cinco vezes mais inovadora, criativa e eficiente para conseguir entrar na disputa. Portanto, um pé no sonho e outro no chão: se nossas entregas precisam de inovação, criatividade e aplicabilidade, é preciso comprometimento com a qualidade do trabalho.
Porque o efeito que buscamos com nossos trabalhos é maior do que nós. E os detalhes
importam!

Bora pulsar com a gente?
